A volta do Fenômeno

Não, não. Não é do fenômeno dos campos que eu estou falando, mas sim do craque do octagon.

Não, não. Não é do fenômeno dos campos que eu estou falando, mas sim do craque do octagon.

Antes de mais nada, estou escrevendo esse artigo motivado pelo meu companheiro de blog que, por alguma misteriosa razão, resolveu tirar esse blog  do coma profundo no qual se encontrava.

Como meu bom amigo já está trazendo-nos temas futebolísticos e eu hoje limito-me a acompanhar (e mal) somente o meu Flamengo, resolvi abordar um assunto que eu acompanho mais e gosto desde muitos anos atrás: mixed martial arts.

Vitor Belfort entrou no octagon para enfrentar Yoshihiro Akiyama sem me provocar aquela emoção de torcedor que eu geralmente sinto por outros lutadores brasileiros. Ele entrou tranquilo, dominando as ações e disparando socos velozes e alguns chutes altos, tal como fizera em sua última luta, na qual foi miticamente nocauteado pelo Spider. Naquela ocasião, o Fenômeno estava bem e começava a assustar seu adversário com a velocidade de seus golpes, até pagar por um momento de distração com um nocaute espetacular do Aranha.

Desta vez, Belfort estava decidido a não cometer o mesmo erro. Estava atento e aguardando o momento correto para dar o bote. Foi então que seu adversário disparou um golpe ousado: um chute frontal, o mesmo recurso usado por Anderson Silva para nocauteá-lo. Tratando-se de um golpe rápido e imprevisível, Belfort nada fez para defender-se, mas – por SORTE – Akiyama errou.

SORTE para os corneteiros de plantão que sempre estão em busca de motivos para falar mal de alguns lutadores. Entretanto, esse golpe nada tem a ver com sorte. Essa tentativa do Akiyama serviu para deixar clara a grande diferença entre um gênio e um lutador qualquer. E a diferença é simplesmente essa: Anderson Silva acertou, Akiyama não teve SORTE.

Após a tentativa frustrada de seu adversário, Belfort partiu pra cima – no mínimo com muita raiva – e levou-o a knockdown com um soco de raspão em sua cabeça. O suficiente para que o Fenômeno tivesse a oportunidade de disparar sua metralhadora de socos e levasse Akiyama à lona.

Aplaudi. Aplaudi por que foi rápido e mortal. Aplaudi porque foi Vitor Belfort, ex-campeão da categoria dos pesados e dos meio-pesados do UFC.
E aplaudi porque acredito que ele é o único na categoria capaz de ameaçar o reinado do Aranha.

*A revanche entre o Belfort e o Anderson Silva foi descartada momentaneamente por Dana White. Uma decisão correta na minha opinião: Belfort precisa de mais uma ou duas lutas para se credenciar a disputar esse cinturão novamente.

Yz..

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~ por Yuri em quinta-feira, 18 agosto 2011.

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